VACINAS

A vacinação é a melhor maneira de você proteger seu bichinho de doenças que podem causar muito sofrimento e até levá-lo a morte.

O esquema de vacinação para cães se resume na aplicação da vacina óctupla (contra hepatite, parvovirose, cinomose, leptospirose com duas cepas, coronavirose, parainfluenza e laringotraqueíte) em três doses a partir dos 45 dias de vida com intervalo de uma para outra de 30 dias, com reforço de uma dose anual. A vacina antirrábica deve ser dada (uma dose) a partir dos quatro meses de vida do animal, com reforço de uma dose anual.

O esquema de vacinação para gatos se resume na aplicação da vacina tríplice (contra panleucopenia, rinotraqueíte e calci-virose) em três doses a partir dos 60 dias com intervalo de uma para outra de 30 dias, com reforço de uma dose anual . A vacina antirrábica deve ser dada (uma dose) a partir dos quatro meses de vida, com reforço de uma dose anual.

Proporcione saúde e bem estar a quem você ama e depende de você para ser saudável e feliz.

Veja o esquema abaixo:

VACINA PARA CÃES
VACINA PARA GATOS
1ª dose - 45 a 60 dias de vida do cão
1ª dose - 60 dias de vida do gato
2ª dose - 30 dias após a primeira dose
2ª dose - 30 dias após a primeira dose
3ª dose - 60 dias após a primeira dose
3ª dose - 60 dias após a primeira dose

Reforço anual

Reforço anual

Vacina anti-rábica:

Cães após completarem 04 meses de vida.

Vacina anti-rábica:

Gatos após completarem 04 meses de vida.

Reforço anual

Reforço anual

CUIDADO, FIQUE DE OLHO 01...

Na hora de decidir onde vacinar seu animal de estimação nunca leve em consideração apenas o preço que está sendo cobrado. No mercado, a variedade de preços praticada é muito grande e isso se deve a diversos fatores.

Nunca caia na conversa de que “vacina é tudo igual, qualquer uma serve”. Isso não é bem verdade e todos nós sabemos disso. Como em qualquer ramo de atividade, há produtos de melhor ou pior qualidade. No caso das vacinas, há aquelas que oferecem uma excelente imunização contra as doenças e outras que oferecem uma imunização abaixo do ideal, ou seja, o animal mesmo vacinado tem grandes chances de contrair a doença. É bom verificar se a vacina que está sendo vendida mais barata não é aquela que oferece uma baixa imunidade. Na dúvida, converse francamente com o veterinário de sua confiança.

Por outro lado, não se deixe levar pela idéia de que “tudo o que é mais caro é melhor”. Nem sempre isso acontece, e todos nós também sabemos disso. O preço cobrado por uma vacinação é determinado basicamente por três fatores: primeiro, o valor do material utilizado (vacina, seringas, produtos de assepsia, etc.); segundo, o conforto que a clínica oferece (boa localização, estacionamento, recepcionista, ar condicionado, etc., tendem a elevar o valor dos serviços prestados); terceiro, a margem de lucro pretendida pela empresa (há aquelas que preferem ganhar mais dinheiro de poucos clientes e outras que preferem ganhar menos dinheiro de mais clientes).

O importante é você escolher um profissional que lhe inspire confiança, no que se refere à qualidade dos produtos que utiliza em sua clínica, à sua habilidade e competência como médico veterinário e à sua honestidade e ao seu caráter como ser humano.

E tenha muito cuidado com os falsos profissionais, com aquelas pessoas que não possuem formação em Medicina Veterinária! Sempre há aqueles “espertinhos” que, se aproveitando da boa fé dos proprietários, procuram fazer com que estes acreditem que vacinar é algo muito simples: basta pegar uma seringa com agulha, “puxar a vacina”, “levantar o couro do bicho”, “enfiar a agulha” e “meter a vacina”! Mas qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso sabe que vacinar não é apenas isso.

Quem não conhece algum caso de animal que tenha sofrido reações adversas terríveis causadas pela incorreta administração de vacina realizada por esses “vacinadores”? E quem nunca ouviu falar do total descaso e ausência de responsabilidade dessas pessoas quando acontece alguma coisa errada?

Essas pessoas, muitas vezes tosadores/banhistas irresponsáveis que prestam serviços em domicílio, ou balconistas que não têm habilitação para esse tipo de serviço, ou até mesmo pura e simplesmente “curiosos” no assunto, fingem esquecer que somente o médico veterinário tem efetivamente conhecimentos e habilitação legal para realizar a vacinação em animais.

Somente o médico veterinário está capacitado para planejar o programa de vacinação adequado a cada animal; somente ele realiza um exame clínico completo antes da vacinação; não vacina animais doentes ou debilitados; não prescreve nem utiliza medicamentos que possam interferir com a vacinação; recomenda, quando necessário, um adequado programa de vermifugação; utiliza seringas estéreis, de boa qualidade e procedência, conservadas de modo correto, além de boas técnicas de assepsia, evitando contaminações; conhece as vias corretas de aplicação; emite atestados de vacinação com valor legal, para viagens ao exterior ou se o seu animal morder pessoas ou outros animais; somente ele pode garantir o bom resultado da vacinação e se responsabilizar por eventuais reações adversas.

Por tudo isso, na hora de escolher quem vai vacinar o seu melhor amigo, tenha cuidado, e fique de olho...

 

CUIDADO! FIQUE DE OLHO 02…

Você sabe por que é tão importante manter rigorosamente em dia a vacinação do seu animal de estimação? Conhece as graves conseqüências que podem ocorrer ao seu bichinho quando você esquece ou adia este sério compromisso?

Nesta edição, a coluna “Cuidado! Fique de olho...” vem alertar os proprietários de animais sobre as principais doenças que podem acometer o seu melhor amigo quando este não é vacinado adequadamente.

Enumeramos, abaixo, algumas das enfermidades que afetam os cães, com seus principais sintomas e conseqüências:

a) Parvovirose: Causada por vírus, provoca diarréia sanguinolenta e fétida, vômito, febre e perda de apetite. O animal fica desidratado rapidamente e a taxa de mortalidade é elevada.

b) Coronavirose: Doença viral, leva o cão a um quadro de gastroenterite hemorrágica, vômito e perda de apetite com desidratação. Assemelha-se à parvovirose em sua apresentação, sendo os sintomas geralmente menos intensos, porém não dispensam cuidados veterinários.

c) Cinomose: Também provocada por vírus, pode acarretar alterações cutâneas, corrimentos nasal e/ou ocular, alterações neurológicas, febre, vômito e diarréia. Apresenta alta taxa de mortalidade e os animais que se recuperam podem ficar com seqüelas neurológicas (tique nervoso, dificuldade de locomoção, etc.).

d) Leptospirose: Causada por bactéria, afeta o fígado e os rins e provoca vômito, diarréia sanguinolenta, falta de apetite, dor abdominal, icterícia das mucosas oral e ocular e alterações da urina (torna-se muito escura e com odor intenso). É difícil salvar o animal; se sobreviver, poderá ter complicações nos rins, como insuficiência renal.

e) Hepatite infecciosa: Doença viral que atinge fígado e rins. Os principais sintomas são febre alta, dor abdominal intensa, perda de apetite, icterícia, depressão. A mortalidade é elevada.

f) Parainfluenza: Enfermidade respiratória que tem como sintomas tosse, espirros, secreção nasal e ocular, febre alta, pneumonia nos estágios mais avançados, podendo levar a morte.

g) Raiva: Trata-se de uma zoonose causada por vírus, fatal para o animal e para o homem. O animal pode ou não apresentar sintomas de excitação (morder com fúria e investir contra tudo e contra todos). Ocorre dificuldade de deglutição com salivação abundante. A morte sobrevém com paralisias e convulsões.

Como se pode ver, as conseqüências da não administração de vacinas podem ser terríveis: além de todo o sofrimento do animal e dos gastos com o tratamento, podem ocorrer lesões permanentes e até mesmo a morte.

Mas não basta apenas que a vacina seja aplicada. Para garantir que ela produza no animal os anticorpos necessários à uma boa imunização, é importante verificar a qualidade, a procedência e a conservação da vacina e que ela seja aplicada em animais sadios, após um exame clínico feito por um médico veterinário, único profissional capacitado para avaliar corretamente o estado de saúde do animal.

Com doença não se brinca. Vacinação é coisa muito séria e ao mesmo tempo fácil, eficaz e relativamente barata. E como você já está cansado(a) de saber, “prevenir é melhor que remediar”.

Por tudo isso, leve regularmente seu animal ao veterinário de sua confiança, vacine seu melhor amigo, siga corretamente o calendário de vacinação, tenha cuidado, e fique de olho...

Dog Center    |   Serviços & Produtos    |  Localização   |    Fale Conosco
 
 
 
iSOFTY TEC